A FOX deu oficialmente luz verde para a produção de novos episódios de 24. Kiefer Sutherland volta como Jack Bauer e o relógio irá novamente recomeçar … resta saber é em que moldes. O presidente da estação Kevin Reilly confirmou hoje que o regresso será um evento limitado … segundo ele É 24 comprimido durante 12 semanas.
Está online a primeira foto de Jake Gyllenhaal em An Enemy, adaptação cinematográfica da obra de José Saramago, O Homem Duplicado.
O filme conta a história de Adam (Gyllenhaal), um professor de História que vive com a sua namorada (Mélanie Laurent). Um dia ele encontra um sósia (cuja esposa é interpretada por Sarah Gadon). Começa aí uma demanda entre os dois e o confronto com o duplicado. Estreia ainda este ano nos cinemas.
Série sobre o psiquiatra canibal já se estreou no AXN português.
A época das prequelas assassinas está aberta desde que o Bates Motel voltou atrás no tempo para mostrar a infância de Norman Bates e da sua mãe Psico. Agora, sempre dentro do espírito dos homicidas que amamos odiar, é a vez de Hannibal Lecter arreganhar os dentes para mostrar como já era gourmet antes de Dragão Vermelho ou Silêncio dos Inocentes.
Hannibal, dr. Lecter para os pacientes, tem agora um toque Bond, de Le Chyffre, para quem guardar memórias de Casino Royale. O psiquiatra homicida Hannibal Lecter que jogava em regime quid pro quo com Clarice Starling está aqui sob a pele de Mads Mikkelsen, o actor mais conhecido pelo papel de vilão Bond no filme de 2006. Esta nova encarnação da personagem de Thomas Harris apura o seu gosto pela culinária – José Andrés, o chef medalhado, é consultor da série – e pelos jogos psicológicos.
Com tantos homicidas no pequeno ecrã, há assassinos para todos os gostos e gostos para tudo. As apreciações da crítica norte-americana em relação a Hannibal são maioritariamente positivas, mas se o New York Times acha que Mikkelsen é um “anti-Hopkins” “espectacularmente inexpressivo”, o Huffington Post considera-o “sensacional no papel principal”, “fenomenalmente carismático”. Numa coisa todos concordam: há um toque financeiro visível – os chamados valores de produção, elevados em Hannibal – e um investimento concomitante na direcção artística.